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11.5.11

Super Alfabeto

Cheguei na página deste afalbeto graças à um amigo, e com ajudo de uma amiga achei os personagens: Aquaman, Batman, Ciclope, Dare Devil, Elektra, Flash, Green Lantern, Hulk, , Iron Man, Justice, Kick Ass, Lion, Mandrake, Nightcrawler (Nocturno), Orion, Punisher, Quicksilver, Rorschach, Superman, The Thing, Ultraboy, Vision, Wolverine, Prof. Xavier, Yukk, Zorro. (clique na imagem p/ ir na pagina original) :P

24.1.10

Batman: Ashes to Ashes

Este é o melhor filme do Batman que eu já vi, bonito, escuro, bem interpretado e pesado... muito pesado. Com Batman, Alfred, Coringa e Arlequina, em francês com legenda em inglês, em 2 partes:



27.3.09

V de Vingança


Já falei como gosto de Watchmen. Outro quadrinho fantástico, e talvez melhor para se iniciar no mundo de Alan Moore, é V de Vingança (V for Vendetta). Nos coloca num cenário terrível, mas não tão improvável, onde para se lutar contra a tirania tem que se adotar táticas de guerrilha e "terrorismo". Com desenhos maravilhosos de David Lloyd!

(...) O que abre a perspectiva que "V", (codi)nome do protagnista, ter uma postura Anarquista, pois como definiu tanto Enrico Malatesta no seu livro "Escritos revolucionários" e outros Anarquistas, como Mikhail Bakunin, Pierre Joseph Proudhon, Max Stirner, Emma Goldman, Piotr Kropotkin e Henry David Thoreau; o Estado é visto como limitador da Liberdade, sendo assim todo Estado passa a ser Totalitário. (...)*
(...)Há uma forte crítica à Igreja Católica no enredo, mostrando escândalos de pedofilia, assassinatos, e busca pelo poder por parte de certos indivíduos. Além do mais, no enredo, há um acobertamento por parte da Igreja Católica às experiências feitas em humanos. (...)*


17.3.09

Watchmen o Filme


Fui ver! Primeiro as impressões positivas: É visualmente lindo, extremamente fiel aos quadrinhos, com efeitos no tamanho certo e personagens muito bem criados, embora devam muito em profundidade ao livro, claro. A trilha é um show a parte, passando por Bob Dilan e Hendrix, até Phillip Glass. É perfeitamente compreensível que que alguns personagens tenham diminuído ou simplesmente desaparecido, e que pontos chaves dos grandes textos que intermeiam os capítulos da HQ tenham sido jogado em diálogos durante a ação. Senti falta de algumas coisas: Os carros elétricos que povoam a NY da HQ e só aparecem no final do filme. A estranha piteira com uma bola na ponta que parece ser usada pra fumar ópio. E do menino lendo "Os Contos Do Cargueiro Negro" (isso fez muita falta!). A única coisa que realmente me desagradou foi o desfecho diferente e menos criativo que o original. Mas é no todo um belo filme, dos mais fiéis que eu já vi ao HQ original, que vale a pena ser visto, mas não substitui de forma alguma a leitura do único HQ que rendeu ao seu autor o prêmio de Melhor Escritor da Língua Inglesa em Harvard.

6.2.09

A Importância dos quadrinhos no aprendizado de uma língua estrangeira.

Assim como o rock (principalmente Beatles) me ajudou muito no inglês, meu francês (que é só leitura mais o básico da conversação), foi ativado pelos quadrinhos. Tudo começou timidamente com Asterix, que funcionou como uma pedra da roseta, pois como eu conhecia todos os textos em português era fácil entender sobre o que estava se falando em determinada cena. Mas foram mesmo as sacanagens de Wolinsk que me atiçaram pré-adolescente a entender porque putaria em francês era mais gostoso. Depois veio a revista Hara Kiri e pronto, quando mais tarde me deparei com edições francesas de Moebius, Crepax, Manara, Pratt e outros, já lia fluentemente aquela língua morna e úmida...


15.11.08

Alan Moore e Watchmen

Adoro ler, sempre gostei, tenho entre meus preferidos clássicos como Moby Dick, vários do Hermingway, Guimarães Rosa, Agata Christe, H. G. Wells, Asimov, Athur C. Clarck, Vargas Llosa, entre vários outros. Mas a gente sempre tem um preferido, mas o meu preferido sempre me envergonhou diante amigos e parentes tão intelectualizados. Meu livro preferido é uma história em quadrinhos! É, aquela sub linguagem americanóide, deturpadora de jovens mentes! Mas Watchman de Alan Moore, é muito mais que isso, estou relendo pela enésima vez e de novo me deparo com um texto denso e intrincado, cheio de pequenos detalhes que vão montando um quebra cabeças psicodélico de infinitas peças até chegar num final completamente inesperado e angustiante. O cenário inicial é o seguinte: Década de oitenta de um mundo onde nos anos trinta surgiram os primeiros vigilantes mascarados reais (loucos, fascistas, idealistas, mercenários) e nos anos cinqüenta surge um super-ser com poderes quânticos a serviço do governo americano. Resultado, os EUA ganharam a guerra do Vietnã e Nixon está já no seu sexto mandato consecutivo, enquanto isso um menino sentado ao lado de uma banca lê um apavorante quadrinho de pirata (os de super heróis não fazem mais sucesso), a história muda o tempo inteiro de narrador e é toda intercortada por trechos de livros, teses e reportagens fictícias.
O meu alívio foi saber a pouco tempo que o Alan Moore já recebeu vários prêmios pelo Watchmen incluindo o de melhor escritor de língua inglesa pela Harvard University (1988), e o livro é o único quadrinho na lista dos 100 melhores livros de todos os tempos da revista Time.

Ano que vem saí o filme, com certeza não terá como chegar aos pés do livro, mas parece bem fiel visualmente (Atenção não tinha reparado que a legenda tem um erro crasso, onde eles escrevem "Eles cuidam de nós, mas quem cuida deles?" deveria estar "Eles nos vigiam, mas quem os vigia?") :



Ps: Acabei esquecendo de falar da arte maravilhosa, pesada, fria, detalhista, quase foto-jornalística de David Gibbons