Cheguei na página deste afalbeto graças à um amigo, e com ajudo de uma amiga achei os personagens: Aquaman, Batman, Ciclope, Dare Devil, Elektra, Flash, Green Lantern, Hulk, , Iron Man, Justice, Kick Ass, Lion, Mandrake, Nightcrawler (Nocturno), Orion, Punisher, Quicksilver, Rorschach, Superman, The Thing, Ultraboy, Vision, Wolverine, Prof. Xavier, Yukk, Zorro. (clique na imagem p/ ir na pagina original) :P
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11.5.11
16.2.10
¡NOTHING!

The amazing history of a quiet boy alone in the silent dark!
(2 hours long) #nweclassicnoirfilm
O meu filme mais longo, e o que deu mais trabalho na finalização de imagem e som! / Um marco na história do cinema nacional! / O 1º filme auto sustentável, não precisa de energia nem equipamentos para ser feito ou visto! / Se feche numa sala escura em silêncio pr 2 hs e assista! Uma experiência trancedental / Insônia? Aproveita e assiste ¡NOTHING!, uma experiência única! / Uma superprodução feita com recursos próprios! / A Black and Black Silent 3D Adventure Blockbuster about a quiet boy in the dark
Depoimentos:
• Coppola:"Minha vida mudou depois que eu vi ¡NOTHING!, um filme profundo que liberta o cinema das garras da indústria!"
• Allen:"Adorei ¡NOTHING!, Queria ter feito!"
• Tarantino:"Isso é que é cinema, cara! ¡NOTHING!, é cinema visceral de verdade!"
• Cameron:"Daqui a alguns anos, Avatar não vais ser nada, ¡NOTHING!é que vai ser lembrado!"
• Kubrick:"¡NOTHING! é tudo"
• Orson Wells: "¡NHOTHING! is better than Citizen Kane"
• Eisenstein: "¡NOTHING! o frame que abalou o mundo!"
¡NOTHING!, a única coisa em branco é o roteiro! / ¡NOTHING!, vc já viu numa noite de insônia, só não sabe! / What's new in Cannes this year? ¡NOTHING! The new black&black 3D noir movie from Brazilian director Aritanã Malatesta. / ¡NOTHING! If the theater is closed, it's in exibition! / ¡NOTHING! is what's playing when nothing else is playing! / ¡NOTHING! is what's playing when the TV is off! / ¡NOTHING! is what's playing when the TV is broken! / ¡NOTHING! is what's playing when the light has gone! / ¡NOTHING! is what's playing when you close your eyes! / ¡NOTHING! is what's playing when you can't sleep! / ¡NOTHING! is what's playing between the fade out and the fade in! / versão alemã experimental: "¡NICHTS! in der Höhle Kunst" com 17 horas!
¡NOTHING! Avant premierè tonight in all theaters of the world, after closing!
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18.11.09
Palavras Pontudas
Posto pras pessoas peça pesada, panfleto potente:
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5.11.09
Caetano, o velhote inimigo que morreu ontem!
Numa demonstração de pertencer à vanguarda do mais imperfeito pretérito, e perdendo uma ótima oportunidade de demonstrar um sábio silêncio, Caê, não sei na falta de algum medicamento ou no desbalanço de seus chás, resolveu soltar a seguinte pérola:
"Marina não é analfabeta como o Lula."
Me pergunto se ele sabe que:
"Marina é criacionista como o Bush."
ou se ele tem idéia do que isso significa.....
E pensar que o mesmo Caetano a 41 anos tinha outro discurso:
Mas é isso que é a juventude que diz que quer tomar o poder? Vocês têm coragem de aplaudir, este ano, uma música, um tipo de música que vocês não teriam coragem de aplaudir no ano passado! São a mesma juventude que vão sempre, sempre, matar amanhã o velhote inimigo que morreu ontem! Vocês não estão entendendo nada, nada, nada, absolutamente nada. Hoje não tem Fernando Pessoa. Eu hoje vim dizer aqui, que quem teve coragem de assumir a estrutura de festival, não com o medo que o senhor Chico
de Assis pediu, mas com a coragem, quem teve essa coragem de assumir essa estrutura e fazê‑la explodir foi Gilberto Gil e fui eu. Não foi ninguém, foi Gilberto Gil e fui eu!
Vocês estão por fora! Vocês não dão pra entender. Mas que juventude é essa? Que juventude é essa? Vocês jamais conterão ninguém. Vocês são iguais sabem a quem? São iguais sabem a quem? Tem som
no microfone? Vocês são iguais sabem a quem? Àqueles que foram na Roda Viva e espancaram os atores! Vocês não diferem em nada deles, vocês não diferem em nada. E por falar nisso, viva Cacilda Becker!
Viva Cacilda Becker! Eu tinha me comprometido a dar esse viva aqui, não tem nada a ver com vocês.
O problema é o seguinte: vocês estão querendo policiar a música brasileira. O Maranhão apresentou, este ano, uma música com arranjo de charleston. Sabem o que foi? Foi a Gabriela do ano passado, que ele não teve coragem de, no ano passado, apresentar por ser americana. Mas eu e Gil já abrimos o caminho.
O que é que vocês querem? Eu vim aqui para acabar com isso!
Eu quero dizer ao júri: me desclassifique. Eu não tenho nada a ver com isso. Nada a ver com isso. Gilberto Gil. Gilberto Gil está comigo, para nós acabarmos com o festival e com toda a imbecilidade que reina
no Brasil. Acabar com tudo isso de uma vez. Nós só entramos no festival pra isso. Não é Gil? Não fingimos. Não fingimos aqui que desconhecemos o que seja festival, não. Ninguém nunca me ouviu falar assim. Entendeu? Eu só queria dizer isso, baby. Sabe como é? Nós, eu e ele, tivemos coragem de entrar em todas as estruturas e sair de todas. E vocês? Se vocês forem... se vocês, em política, forem como são
em estética, estamos feitos! Me desclassifiquem junto com o Gil! junto com ele, tá entendendo? E quanto
a vocês... O júri é muito simpático, mas é incompetente.
Deus está solto!
Fora do tom, sem melodia. Como é júri? Não acertaram? Qualificaram a melodia de Gilberto Gil?
Ficaram por fora. Gil fundiu a cuca de vocês, hein? É assim que eu quero ver.
Chega!
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21.10.09
Hai Kais sobre a PIG:
Ouvi de Xico Sá:
O jornal chega tão datado / Que agora tomo café da manhã / Sempre no século passado.
Respondi:
Se assinasse Falha ou Extado / Estaria no século retrasado / Teria brioche e escravo!
19.10.09
A DESOBEDIÊNCIA CIVIL
"...Em outras palavras, quando um sexto da população de uma nação que se comprometeu a ser o abrigo da liberdade é formado por escravos, e um país inteiro é injustamente invadido e conquistado por um exército estrangeiro e submetido à lei militar, penso que não é demasiado cedo para os homens honestos se rebelarem e darem início a uma revolução. O que torna este dever ainda mais urgente é o fato de que o país invadido não é o nosso mas é nosso o exército invasor."
trecho de A Desobediência Civil de Henry Thoreou (anarquista americano), aqui ele fala da guerra USA x Mexico 1846! Atual, né?
26.6.09
Igreja do Seja Eterno Enquanto Dure
Já que qualquer um pode criar sua igreja, crio a minha, digo a nossa!
frase monumental:
ACREDITO NA VIDA DURANTE A VIDA!
Ou seja acreditamos no ser humano do momento que ele nasce até sua morte, não vemos nada de divino, mas de humano nisso! Somos contra as guerras, torturas, repressões, explorações e condições inumanas de sobrevivência! Aceitamos o aborto, mas acreditamos que uma boa educação sexual e o uso correto de preservativos, somado ao respeito a mulher, acabaria com a maioria dos abortos. Lamentamos, mas respeitamos o suicídio e a eutanásia, dando todo o apoio e conforto necessário as pessoas queridas. Aceitamos, aprovamos e louvamos todas as expressões sexuais, desde que os envolvidos estejam de acordo e tenham maturidade para isso. Não somos caretas, não condenamos o uso de nenhuma droga, desde que não acarrete riscos para outras pessoas. (ex. básico: beber e dirigir, não!). Nenhum tipo de discriminação será admitida. Racistas, Sexistas, Xenófobos, fora daqui!
Primeira oração (para ser feita em silêncio, pois é dirigida a você, logo quando acordar):
Eu mesmo que aqui estou
volto a dar hoje o primeiro passo
o primeiro fôlego, o primeiro gozo
na direção do que posso/preciso/consigo
pra mim e pros que estão comigo
aqui ou na conchinchina!
a nós!
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24.6.09
11.5.09
QUEIXA DAS ALMAS JOVENS CENSURADAS...
Este poema magistralmente musicado e cantado pelo José Mario Branco é da Natalia Correia. Em 82/83, os alunos da secundaria da Régua revoltaram-se contra uma série de regras impostas por um conselho directivo prepotente e distribuíram este poema.
QUEIXA DAS ALMAS JOVENS CENSURADAS...
Dão-nos um lírio e um canivete
e uma alma para ir à escola
mais um letreiro que promete
raízes, hastes e corola
Dão-nos um mapa imaginário
que tem a forma de uma cidade
mais um relógio e um calendário
onde não vem a nossa idade
Dão-nos a honra de manequim
para dar corda à nossa ausência.
Dão-nos um prémio de ser assim
sem pecado e sem inocência
Dão-nos um barco e um chapéu
para tirarmos o retrato
Dão-nos bilhetes para o céu
levado à cena num teatro
Penteiam-nos os crâneos ermos
com as cabeleiras das avós
para jamais nos parecermos
connosco quando estamos sós
Dão-nos um bolo que é a história
da nossa historia sem enredo
e não nos soa na memória
outra palavra que o medo
Temos fantasmas tão educados
que adormecemos no seu ombro
somos vazios despovoados
de personagens de assombro
Dão-nos a capa do evangelho
e um pacote de tabaco
dão-nos um pente e um espelho
pra pentearmos um macaco
Dão-nos um cravo preso à cabeça
e uma cabeça presa à cintura
para que o corpo não pareça
a forma da alma que o procura
Dão-nos um esquife feito de ferro
com embutidos de diamante
para organizar já o enterro
do nosso corpo mais adiante
Dão-nos um nome e um jornal
um avião e um violino
mas não nos dão o animal
que espeta os cornos no destino
Dão-nos marujos de papelão
com carimbo no passaporte
por isso a nossa dimensão
não é a vida, nem é a morte
Natália Correia
in "O Nosso Amargo Cancioneiro"
7.5.09
Banca Básica
A Luta Pela Sobrevivência (C. Darwin), Gata Em Teto de Zinco Quente (DVD Falha), Rolinho de seda Smoking Prata, carrinho HotWheels e revista MAD!
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26.4.09
A Frelimo de hoje dá cobertura a coisas que combateu
27.3.09
V de Vingança
Já falei como gosto de Watchmen. Outro quadrinho fantástico, e talvez melhor para se iniciar no mundo de Alan Moore, é V de Vingança (V for Vendetta). Nos coloca num cenário terrível, mas não tão improvável, onde para se lutar contra a tirania tem que se adotar táticas de guerrilha e "terrorismo". Com desenhos maravilhosos de David Lloyd!
(...) O que abre a perspectiva que "V", (codi)nome do protagnista, ter uma postura Anarquista, pois como definiu tanto Enrico Malatesta no seu livro "Escritos revolucionários" e outros Anarquistas, como Mikhail Bakunin, Pierre Joseph Proudhon, Max Stirner, Emma Goldman, Piotr Kropotkin e Henry David Thoreau; o Estado é visto como limitador da Liberdade, sendo assim todo Estado passa a ser Totalitário. (...)*
(...)Há uma forte crítica à Igreja Católica no enredo, mostrando escândalos de pedofilia, assassinatos, e busca pelo poder por parte de certos indivíduos. Além do mais, no enredo, há um acobertamento por parte da Igreja Católica às experiências feitas em humanos. (...)*
(...)Há uma forte crítica à Igreja Católica no enredo, mostrando escândalos de pedofilia, assassinatos, e busca pelo poder por parte de certos indivíduos. Além do mais, no enredo, há um acobertamento por parte da Igreja Católica às experiências feitas em humanos. (...)*
24.3.09
Porque não gosto de futebol, e porque sou corintiano.
Nunca gostei de futebol, não sei se é racionalizavel, mas vamos lá levantar possíveis motivos:
- tendo a considerar a grande maioria burra (talvez por isso não seja tão fã da tal democracia) , adoro a frase "Coma merda, milhões de moscas não podem estar erradas!".
- associo muito o futebol a ditadura, que prendeu meus pais quando eu tinha 4 anos, e fudeu com minha infância.
- comparo o fanatismo por futebol com a religião, minha nêmesis, e abomino qualquer forma de entorpecimento do povo, ou se for pra sucumbir a algum ópio do povo, vou pra Tailândia, que lá pelo menos, o ópio do povo é ópio mesmo!
Por que corintiano? Desde o primário percebi que responder a pergunta "Pra que time você torce?" com "Nenhum", era se submeter a insultos e humilhações das mais variadas. São Paulino se encarado por adversários, vira viado e pó de arroz, palmeirense vira porco. Embora nunca tenha sido rico, sempre estudei em escolas caras, com bolsa, isso nunca me fez sentir inferior (por mais que tenha sido essa uma preocupação constante dos orientadores), mas sim mais amado pelos meus responsáveis (minha mãe e meu padrasto), pois enquanto os pais dos meus colegas comprometiam menos de um vigésimo de seus ganhos com a educação dos filhos, os meus chegavam a comprometer perto de um terço. E mesmo quando morei com a minha avó reacionária, fui colocado no chiquérrimo e terrível Sto. Américo. Nestes ambiente ser corintiano sempre causou medo e respeito, e sempre me dava orgulho de dizer que eu pertencia a um grupo mais escuro, mais pobre, mais numeroso, mais consciente e mais unido. Esse tipo de sentimento me levou a me unir ao pessoal da juventude do ANC quando estava em Moçambique (Umkhonto we Sizwe), e fechou um ciclo quando eu e meu filho, em 2007, fomos saudados por um representante dos Panteras Negras, na esquina da Malcon X Boulevard com a Martin Luther King Av., no Harlem as 4 da tarde de uma sexta-feira lotada, batendo o punho esquerdo cerrado alto!
23.3.09
Viva a Desobediência Civil
17.3.09
Watchmen o Filme
Fui ver! Primeiro as impressões positivas: É visualmente lindo, extremamente fiel aos quadrinhos, com efeitos no tamanho certo e personagens muito bem criados, embora devam muito em profundidade ao livro, claro. A trilha é um show a parte, passando por Bob Dilan e Hendrix, até Phillip Glass. É perfeitamente compreensível que que alguns personagens tenham diminuído ou simplesmente desaparecido, e que pontos chaves dos grandes textos que intermeiam os capítulos da HQ tenham sido jogado em diálogos durante a ação. Senti falta de algumas coisas: Os carros elétricos que povoam a NY da HQ e só aparecem no final do filme. A estranha piteira com uma bola na ponta que parece ser usada pra fumar ópio. E do menino lendo "Os Contos Do Cargueiro Negro" (isso fez muita falta!). A única coisa que realmente me desagradou foi o desfecho diferente e menos criativo que o original. Mas é no todo um belo filme, dos mais fiéis que eu já vi ao HQ original, que vale a pena ser visto, mas não substitui de forma alguma a leitura do único HQ que rendeu ao seu autor o prêmio de Melhor Escritor da Língua Inglesa em Harvard.
6.2.09
A Importância dos quadrinhos no aprendizado de uma língua estrangeira.
Assim como o rock (principalmente Beatles) me ajudou muito no inglês, meu francês (que é só leitura mais o básico da conversação), foi ativado pelos quadrinhos. Tudo começou timidamente com Asterix, que funcionou como uma pedra da roseta, pois como eu conhecia todos os textos em português era fácil entender sobre o que estava se falando em determinada cena. Mas foram mesmo as sacanagens de Wolinsk que me atiçaram pré-adolescente a entender porque putaria em francês era mais gostoso. Depois veio a revista Hara Kiri e pronto, quando mais tarde me deparei com edições francesas de Moebius, Crepax, Manara, Pratt e outros, já lia fluentemente aquela língua morna e úmida...

4.2.09
Não culpem o Hamas, culpem o colonizador
Vamos esclarecer uma coisa.
Não há nenhum problema palestino. O problema é Israel.
Os palestinos não invadiram a Europa.
Os palestinos não ocuparam nenhuma nação européia.
Os palestinos jamais perseguiram quem quer que seja por questões religiosas.
Governantes muçulmanos palestinos sempre trataram respeitosamente quaisquer membros de outras religiões.
Jamais perseguiram os judeus europeus ou ocidentais.
Os europeus cristãos é quem perseguiam os judeus.
Os europeus cristãos é quem criaram os campos de concentração.
O holocausto é um produto cristão europeu.
E o muçulmano é o terrorista?
A criação de Israel foi uma ação cínica do Ocidente para livrar-se de seus judeus já que os campos de concentração não bastaram.
Roubaram uma terra que não lhes pertencia para doá-la a pessoas que não tinham nenhuma relação com a região.
E os palestinos é que pagam a fatura?
Vamos esclarecer uma coisa.
A Palestina é uma nação ocupada.
E como nação ocupada tem o direito de utilizar todos os meios a seu alcance para se libertar.
Foi o que fizeram todas as nações africanas.
Foi o que fizeram as nações asiáticas.
Foi o que fizeram as nações americanas para se libertar do jugo colonialista.
A Palestina é uma nação ocupada.
Terrorista é o ocupante.
Por isso engana-se quem trata o Hamas como um movimento terrorista.
Terroristas são os invasores e colonizadores.
Não se esqueçam. O presidente inconteste da Palestina, Yasser Arafat, sentou-se à mesa de negociação e apertou a mão de Rabin.
Rabin foi assassinado por um terrorista judeu.
E a cada reunião de Arafat com os israelenses, mudava-se a oferta.
A cada reunião com Arafat, o mapa da Palestina encolhia.
E acusavam Arafat de intransigente.
Dos 100% da Palestina, a ONU ofereceu 47% aos palestinos.
Os 100% originais, que passaram a 47%, foram encolhendo a cada reunião.
Hoje Israel oferece 17% e acusa os palestinos de não quererem negociar.
Eles querem enganar a quem?
Fossem eles sinceros, teriam negociado com Arafat.
Ao invés disso o mantiveram em prisão.
Arafat morreu e até hoje pairam dúvidas sobre a sua morte.
Morreu ou foi assassinado?
Foram realizadas eleições na Palestina e o Hamas venceu.
Os observadores internacionais que acompanharam essa eleição, entre os quais o ex-presidente dos EUA, Jimmy Carter, afirmaram que foram eleições limpas e transparentes.
E qual foi a reação de Israel?
Dividir a Palestina e criar um cerco brutal.
Na Cisjordânia, o muro da vergonha.
Em Gaza, um cerco onde ninguém entrava, ninguém saía.
Isto são fatos.
A Palestina é uma nação ocupada que busca a liberdade.
Israel é o opressor que não distingue seus alvos.
O Hamas é um movimento de libertação que tenta libertar sua terra da fome, da miséria, do muro da vergonha e do maior campo de concentração de que se tem notícia.
Por isso, não culpem o Hamas. Culpem o colonizador.
POSTADO POR BOURDOUKAN ÀS 06:29:00
31.1.09
68 versos ateus
Muita gente se reúne
No meio não tem um incréu:
As mãos juntinhas, rezando,
Pensando em ir para o céu.
Se encontram num lugar
A que chamam de igreja.
Ali ficam a perder tempo,
O padre é quem mais festeja.
No local adoram muito,
a começar um Jesus,
um tal que, acreditam,
morreu pregado na cruz.
E rezam pra outra imagem
Que dizem “é nossa senhora”.
Nunca vi tanta bobagem
Se dizendo toda hora.
É a tal virgem Maria,
que emprenhou sem transar.
Que mentira da moléstia,
tem cheiro de chifre no ar.
Além da “nossa senhora”,
tem um monte de imagem,
É “santo” pra todo lado,
que mundo de pabulagem...
Em tudo que o padre diz
acreditam firmemente,
são tão inocentes úteis
que dá é pena na gente.
Esses são os católicos,
seguem o papa com fervor,
mas há os tais protestantes
que obedecem ao pastor.
Não têm qualquer diferença
pois vivem só de ilusão,
dou um pelo outro e de volta
não quero nenhum tostão...
Ainda falta fazer
uma outra referência:
os chamados muçulmanos,
uma terceira excrescência.
Como os dois primeiros vistos,
seja verão ou inverno,
vivem orando contritos,
Com medo de ir pro inferno.
E tem também os judeus,
Cujo livro é o Torá,
que igual à bíblia,ao corão,
é rico em fantasiar.
São os três monoteísmos
enganando tanta gente,
iludem milhões de crédulos
com o domínio da mente.
Um dos motivos pra isso,
pra um domínio tão forte,
é fácil de encontrar:
está no medo da morte.
Esse medo e outras coisas
produzem só fantasia,
fazendo que muita gente
se ajoelhe todo dia.
Esse quadro lamentável
alegra o padre, o pastor
e outros que vendem ilusão
à custa de um “nosso senhor”.
Crer em vida após a morte,
deus, inferno e paraíso,
minha gente, que má sorte,
oh, que falta de juízo !
15.11.08
Alan Moore e Watchmen
Adoro ler, sempre gostei, tenho entre meus preferidos clássicos como Moby Dick, vários do Hermingway, Guimarães Rosa, Agata Christe, H. G. Wells, Asimov, Athur C. Clarck, Vargas Llosa, entre vários outros. Mas a gente sempre tem um preferido, mas o meu preferido sempre me envergonhou diante amigos e parentes tão intelectualizados. Meu livro preferido é uma história em quadrinhos! É, aquela sub linguagem americanóide, deturpadora de jovens mentes! Mas Watchman de Alan Moore, é muito mais que isso, estou relendo pela enésima vez e de novo me deparo com um texto denso e intrincado, cheio de pequenos detalhes que vão montando um quebra cabeças psicodélico de infinitas peças até chegar num final completamente inesperado e angustiante. O cenário inicial é o seguinte: Década de oitenta de um mundo onde nos anos trinta surgiram os primeiros vigilantes mascarados reais (loucos, fascistas, idealistas, mercenários) e nos anos cinqüenta surge um super-ser com poderes quânticos a serviço do governo americano. Resultado, os EUA ganharam a guerra do Vietnã e Nixon está já no seu sexto mandato consecutivo, enquanto isso um menino sentado ao lado de uma banca lê um apavorante quadrinho de pirata (os de super heróis não fazem mais sucesso), a história muda o tempo inteiro de narrador e é toda intercortada por trechos de livros, teses e reportagens fictícias.
O meu alívio foi saber a pouco tempo que o Alan Moore já recebeu vários prêmios pelo Watchmen incluindo o de melhor escritor de língua inglesa pela Harvard University (1988), e o livro é o único quadrinho na lista dos 100 melhores livros de todos os tempos da revista Time.
Ano que vem saí o filme, com certeza não terá como chegar aos pés do livro, mas parece bem fiel visualmente (Atenção não tinha reparado que a legenda tem um erro crasso, onde eles escrevem "Eles cuidam de nós, mas quem cuida deles?" deveria estar "Eles nos vigiam, mas quem os vigia?") :
Ps: Acabei esquecendo de falar da arte maravilhosa, pesada, fria, detalhista, quase foto-jornalística de David Gibbons
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